VERIFICAÇÃO DO WINDOWS MEDIA PLAYER:
Você não tem o plug-in necessário para ouvir as músicas do site instalado no seu computador.
Por isso, você não deve estar ouvindo as músicas do site. Clique aqui para ir até a página que contém o link e dicas para instalação do plug-in
SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA C00D11BB
(erro mais comum que ocorre com o Windows Media Player)
SOLUÇÃO
1. Reinicie seu computador
2. Clique em Iniciar, depois clique em Executar
3. Copie o comando abaixo na caixa Executar e clique em OK
%USERPROFILE%\Configurações locais\Dados de aplicativos\Microsoft\Windows Media
4. Renomeie as pastas 9.0, 10.0 e 11.0 para 9.0.bak, 10.0.bak e 11.0.bak
Dependendo da versão do seu Windows Media Player, você poderá ter apenas uma dessas pastas, 2 ou as 3 pastas.
5. Tente ouvir as músicas do site e veja se o problema foi solucionado
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COMPUTADORES LIGADO EM REDE OU USANDO FIREWALL
Muitos usuários podem ter problemas se o computador estiver ligado em Rede ou estiver usando Firewall, neste caso, siga os procedimentos abaixo:
Para versões Windows Media Player 7 ou superior para computadores tipo PC
1) Vá no menu iniciar do seu computador e abra o Windows Media Player;
2) Clique em "ferramentas";
3) Selecione "opções";
4) Clique na tabela "Rede";
5) Veja onde é a área que menciona Configurações do proxy;
6) Dê um duplo-clique em http;
7) Selecione a opção “usar configurações do navegador web”;
8) Clique em OK;
9) Clique em OK.
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Outros erros comuns:
- Acessando do seu trabalho: Pode ser que a rede onde você trabalha pode ter bloqueado o acesso aos nossos servidores de streaming. Verifique com o administrador da rede, ele saberá verificar e desbloquea-la. Você também pode pedir para que outras pessoas que trabalham com você se estão tendo o mesmo problema em seus computadores. Se todos estiverem, o problema pode ser na sua rede interna.
- Seu provedor de internet ou sua conexão está congestionada: Tente acessar o Kboing em outros horários para ver se o problema persiste
- O Temporários do Internet Explorer pode estar cheio: Para verificar se este é o problema, no Internet Explorer, clique em Ferramentas, depois selecione a opção Opções de Internet.... Irá abrir uma caixa, clique no botão Excluir Arquivos, dentro da opção Arquivos de Internet Temporários. Selecione a caixa Excluir todo o conteúdo off-line, clique em OK.
- Problema com Anti-Vírus: Seu anti-vírus pode estar bloqueando o acesso ao conteúdo multimídia do Kboing, principalmente se tiver firewall. Para isso, siga o procedimento 2 (COMPUTADORES LIGADO EM REDE OU USANDO FIREWALL) para tentar soluciona-lo.
- O Media Player pode estar desatualizado: Para isso, vá até o endereço abaixo e verifique a última versão disponível do Media Player
Ir para página oficial Media Player
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A História do Rádio no Brasil
RADIO WEB NOVA ONDA
AO VIVO
Anos 40 Está no ar o Grande Jornal Falado Tupi, de SP. Foi o primeiro jornal falado do rádio.
1941 Começa em 12 de julho a transmissão da primeira rádio novela do País. Durou cerca de três anos os capítulos de "Em Busca da Felicidade", pelas ondas da PRE-8, Rádio Nacional do RJ. Depois vem o grande sucesso: a novela "O Direito de Nascer".
1941 Repórter Esso. Surge o noticioso mais importante do rádio brasileiro. Foi às 12h45min de 28/08/1941, que a voz de Romeu Fernandez anunciava o ataque de aviões da Alemanha à Normandia, durante a 2ª Guerra Mundial. O grande líder do programa foi o gaúcho Heron Domingues. Em São Paulo a transmissão era feita pela Record PRB-9. A credibilidade do noticiário era tão grande que o público só acreditava nas notícias se confirmadas pelo Repórter Esso.
Balança mas não cai Nos anos 40, Max Newton Nunes, desponta no rádio como redator de scripts. Logo passa a empresariar Barbosa Júnior, que se notabilizou pela famosa frase "A beijoca do Barbosa", que é utilizada por Jô Soares mais de 50 anos depois, quando diz: "Um beijo do gordo". Em 1948 na Rádio Nacional, tem seu programa de maior êxito, o Balança mas não cai", com os famosos "primo pobre e primo rico", vividos por Brandão Filho e Paulo Gracindo.
1º de abril!!! No dia 1º de abril, em algum ano próximo à Copa de 1950, o locutor esportivo Geraldo José de Almeida, da Rádio Record, irradia um jogo inteirinho do poderoso time do São Paulo, que contava com Leônidas e Bauer e estava excursionando pela Europa. Final da partida e um resultado que chocou os torcedores: o São Paulo havia perdido por 7 X 0. Só no dia seguinte a Rádio Record anuncia que tudo não passou de uma farsa. O jogo nem tinha acontecido! Brinacadeira no dia da mentira...
Anos 50 Surge a TV no Brasil, alicerçada nos profissionais do rádio.
Anos 60 O rádio assume papel importante nos diversos acontecimentos, como:
Inauguração de Brasília. Renúncia de Jânio, quando Antonio Pimentel, da Rádio Bandeirantes de SP, leu o texto da renúncia, em 25/8/61. Bi Campeonato Mundial, em 62, narrado por Pedro Luiz, da Jovem Pan de SP. Em 64, queda de João Goulart, quando as rádios conclamavam o povo a resistir. A Record, em 66, com o 1º Festival da música Popular Brasileira. Em 1969, as rádios do planeta todo transmitem a chegada do homem à Lua...
Anos 70 Revolução no meio Rádio, com a explosão das rádios FM.
São muitos os nomes daqueles que ajudaram a escrever a história do Rádio. Dentre os muitos que merecem destaque, selecionamos alguns que com certeza fariam parte do "Hall of the Fame" do Rádio:
Ademar Casé - avô de Regina Casé , chega humildemente ao rádio, em 1932. Teve em seu programa, na Rádio Philips, uma verdadeira escola do rádio no Brasil. Criou o 1º jingle nacional: "Oh! Padeiro desta rua/Tenha sempre na lembrança/Não me traga outro pão/Que não seja o pão Bragança..." Foi um sucesso!
Roquette Pinto - é considerado o pai da radiofonia brasileira. Em 1923 implanta com Henrique Morizete a 1ª emissora de rádio no País: a PRA-2 Sociedade do Rio de Janeiro.
Almirante (Henrique Foréis Domingues) - a maior patente do rádio! Cantor, compositor, ator, produtor, fez sucesso nas décadas de 30 e 40. Em 34, estréia no programa de Ademar Casé. Em 39, na Rádio Nacional, cria o 1º programa de auditório do rádio brasileiro: "Caixa de Perguntas".
Pedro Luiz - um dos maiores locutores esportivos de todos os tempos. Criou um estilo que virou referência até os dias de hoje.
Chico Anysio - aparece nos anos 40, produzindo e apresentando muitos programas, como o "Rua da Alegria", na Rádio Tupi carioca.
Emilinha Borba - cantora que começou na Cruzeiro do Sul. Foi a Rainha do Rádio em 1953 e liderou durante anos as estatísticas de correspondência dos artistas da Rádio Nacional.
Orlando Silva - o "Cantor das Multidões".
César Ladeira - locutor imortalizado por suas memoráveis irradiações de tom político nos anos Revolucionários da década de 30. Foi um inovador no rádio, definindo vários padrões de linguagem e regime trabalhista.
Tico-Tico - o rei dos furos de reportagem. Era tão bom que chegava a se destacar mais que seus entrevistados.
Vicente Leporace - o grande âncora do rádio brasileiro. Até hoje é a grande referência para comentaristas.
Manoel da Nóbrega - um dos, se não o melhor, redator e produtor que o rádio já teve. Dentre suas revelações está Silvio Santos.
Abelardo Barbosa - o Chacrinha, aparece no final dos anos 30, na PRA-8 Rádio Clube de Pernambuco. Afinal, "quem não se comunica se trumbica". Em 1942 ele está na Rádio Difusora Fluminense, onde surge a figura do "Chacrinha". Seu apelido é esse, pois a emissora se localizava numa chácara que ficava afastada do centro de Niterói, onde nos fundos havia plantação de frutas, verduras e legumes. É criado o "Cassino do Chacrinha"... Cassino foi provavelmente inspirado nas casas de jogos existentes no País, que foram proibidas em 1946, por Gaspar Dutra. Em 59, o Velho Guerreiro estréia na TV - "Teresinha Uh! Uh!"
Este é um breve resumo desta apaixonante história do meio Rádio. Há cerca de 100 anos o Padre Roberto Landell foi desacreditado de sua descoberta e por isso nosso querido Brasil não tem a patente desta invenção. No entanto nos dias de hoje o Rádio é uma potência em nosso País e nos últimos dois anos vem ganhando mais espaço na distribuição de mídia no bolo publicitário. No milênio passado o Rádio caminhou da criação até a era digital, a era da Internet... Neste novo milênio novas tecnologias virão para consolidar mais e mais o meio Rádio como o maior veículo de comunicação de todos os tempos.
Fonte:
Livro: Histórias que o Rádio Não Contou, de Reynaldo C. Tavares. Editora Harbra.
Agradecimento Especial: Sra. Maria Pia, da Editora Harbra.Colaboração: profissionais da Rádio 2 - Roberto Mencarini, Elvio Mencarini, Reinaldo do Carmo, Carlos Manzano, Pércio de Piratininga, Alberto Junqueira
sábado, 3 de março de 2012
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
O pecado contra o Espírito Santo
O pecado contra o Espírito Santo
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Sábado à tarde Ano Bíblico: Jó 25–28
VERSO PARA MEMORIZAR: "Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e as blasfêmias que proferirem. Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno" (Marcos 3:28 e 29).
Leituras da semana: Mat. 12:22-31; Mar 3:22-30; 10:45; Luc. 18:10-14; João 3:14-16; I Cor. 15:3; I Tim. 1:15; Heb. 2:9
Este Verso Para Memorizar está entre os mais difíceis da Bíblia. Considerando o que Jesus foi e o que Ele fez a fim de perdoar nossos pecados, a idéia de um pecado que nem mesmo a cruz perdoa deve nos fazer tremer. Assassinato, incesto, orgulho, adultério, roubo, idolatria, e até palavras proferidas contra Cristo (Mat. 12:21-32) podem ser perdoados (Efés. 1:7). Mas, nas palavras do próprio Cristo, "aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre" (Mar. 3:29). Isto é incrível!
Assim, a pergunta lógica é: qual é o assim chamado pecado imperdoável? Esta é uma expressão que, a propósito, nunca aparece nas Escrituras. Toda a idéia de um pecado que não pode ser perdoado parece muito contrária a tudo o que conhecemos sobre o Deus que tanto fez justamente para nos perdoar todos os pecados. É por isso que este é um tópico merecedor de estudo – pois todos precisamos estar cientes daquilo que, mais do que qualquer outra coisa, nos deixa, como Jesus disse, em perigo de pecado eterno" (v. 29).
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Domingo Ano Bíblico: Jó 29–31
Para salvar pecadores
1. De acordo com I Timóteo 1:15, qual foi o propósito da vinda de Cristo à Terra?
Poderiam ser escritos muitos livros sobre as razões para a história incrível de Jesus Cristo, o Deus que ocultou Sua divindade em humanidade e morreu em nosso lugar a morte que todos nós, como pecadores, merecíamos. Entre as razões para a vida e a morte de Jesus temos:
1. Ele veio a fim de nos revelar como é Deus (João 14:9).
2. Veio a fim de ser Servo de Deus e mostrar o que significa servidão (Mat. 20:25-28; Filip. 2:5-7).
3. Veio para nos deixar um exemplo de como viver (I Ped. 2:21; João 2:6).
4. Veio a fim de ser para nós sumo sacerdote fiel e misericordioso (Heb. 2:17 e 18).
Todas estas coisas, por mais importantes que sejam, seriam sem sentido para nós sem o que é indubitavelmente o aspecto mais crucial da missão terrestre de Cristo.
2. Que razões os textos a seguir dão para a vida e a morte de Jesus? Mar. 10:45; João 3:14-16; I Cor. 15:3; Heb. 2:9 e I João 3:8
Entre todas as razões por que Jesus veio e morreu, a mais importante – pelo menos de nossa perspectiva – é que Ele morreu para nos salvar da penalidade legal do pecado, que é a morte, e morte eterna. E a grande notícia é que, por Sua obra, Ele pode fazer isso para qualquer pessoa que O aceite. A salvação vem a todo o que crê, tanto judeu como gentio (Rom. 2:9). Os que crêem são, então, poupados da "condenação eterna" que Jesus advertiu em numerosos textos, inclusive Marcos 3:29, quando falou de um pecado que pode levar a essa condenação. Deste modo, se pela fé nEle somos poupados dessa "condenação eterna", e se o "pecado imperdoável" leva a essa condenação, qual é realmente o sentido mais provável desse "pecado imperdoável"?
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Segunda Ano Bíblico: Jó 32–34
"Todo pecado e blasfêmia"
3. Leia Mateus 12:22-31 e resuma o contexto em que Jesus disse estas palavras. Observe também para quem Ele estava falando. Como isso nos ajuda a entender o que Ele estava dizendo com respeito ao "pecado imperdoável"? Veja também Marcos 3:22-30.
As palavras fortes de Cristo não foram ditas sem um motivo. Elas foram pronunciadas em resposta a uma declaração de certos fariseus que, depois de testemunharem uma cura operada por Jesus, disseram: Ele "expele demônios" (Mat. 12:24) por Belzebu, o maioral dos demônios. Essa atitude foi assumida diante da evidência inegável de Seu poder divino: a santidade de Sua vida, que eles não podiam deixar de reconhecer e que mais tarde admitiram tacitamente (João 8:46); o fato de curar os doentes de maneira sobrenatural (Mat. 8:14-17; Mar. 1:29-34 etc.); o fato de expulsar demônios (Mat. 9:32 e 33) e Sua ressurreição (Luc. 7:11-17).
Porém, recusando admitir a divindade de Cristo e opondo-se ativamente a Ele, esses homens se colocaram em posição em que foram forçados a explicar as obras de Cristo em alguma base que não admitisse Sua divindade e, conseqüentemente, atribuíram a Satanás a obra de Deus. Assim, fecharam a mente à evidência do Espírito Santo. O Espírito Santo traz impressões sobre a verdade na mente e no coração (João 14:17; 16:13) e convence do pecado (João 16:8). Mas embora Deus seja paciente, misericordioso e não deseje que ninguém pereça (II Ped. 3:9). Seu Espírito não trabalhará indefinidamente com o coração obstinado (Gên. 6:3). Se a verdade for persistentemente resistida e recusada, os apelos do Espírito deixam de ser ouvidos, e o coração é deixado em terrível escuridão.
Possivelmente, esta foi a condição a que Paulo se referiu quando descreveu certas pessoas "que têm cauterizada a própria consciência" (I Tim. 4:2). Para a pessoa culpada do pecado contra o Espírito Santo, fechou-se a oportunidade, e para ela "não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo" (Heb. 10:26 e 27).
Pelo que você leu até agora nesta semana, qual é sua compreensão do pecado contra o Espírito Santo?
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Terça Ano Bíblico: Jó 35–37
O pecado imperdoável
O pecado é fatal para nossa existência, mas Deus Se alegra em perdoar nossos pecados. Não precisamos perecer, apesar de que "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rom. 3:23). Jesus morreu para conquistar o direito de perdoar os pecadores arrependidos.
Mas existe um pecado imperdoável, e este inevitavelmente resulta em morte eterna. Quando alguém recusa responder à bondade de Deus, que procura levar ao arrependimento (Rom. 2:4), essa contínua recusa de aceitar a proposta divina de graça finalmente resultará em pecado imperdoável.
4. Leia Mateus 12:31 e Marcos 3:29 em seu contexto. De acordo com esses textos, o pecado imperdoável é uma ação ou uma atitude? Como podemos evitar esse pecado?
O pecado imperdoável, ou o pecado contra o Espírito Santo, é a rejeição persistente da luz, rejeição persistente do que Cristo fez por nós. Essa rejeição cega inevitavelmente os olhos espirituais e endurece o coração daquele que rejeita os apelos do Espírito, como exemplifica a atitude dos líderes de Israel. Finalmente, existe escuridão absoluta, e a pessoa está perdida eternamente porque arruinou a perceptividade de sua mente para as sugestões do Espírito.
O ato de colocar-se além do alcance do poder do Espírito Santo é "imperdoável" porque a pessoa não pode sequer se arrepender sem a ajuda do Espírito de Deus. Deus não pode fazer nada pela pessoa a menos que a force, e isso Ele não fará. Por suas escolhas, essa pessoa se colocou fora do alcance da salvação.
5. Por que Jesus ligou o pecado imperdoável com a idéia de falar? Mat. 12:32; Mar. 3:29
No pensamento bíblico, as palavras são julgadas como ações. As palavras são parte da realidade que descrevem. Deste modo, parece que Jesus comparou o ato de falar contra o Espírito Santo com uma rejeição persistente da verdade que o Espírito procura nos trazer. Ações e palavras estão inseparavelmente ligadas.
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Quarta Ano Bíblico: Jó 38–42
Convicções do Espírito
"Quando Ele [o Espírito] vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em Mim" (João 16:8 e 9).
A fim de se qualificar como candidato à salvação, alguém deve reconhecer que é pecador. Ninguém pede ajuda do Salvador a menos que tenha sentido essa necessidade. Uma de nossas maiores necessidades é a convicção pessoal do pecado. Não podemos trazer essa convicção sobre nós mesmos; é prerrogativa e ofício da obra do Espírito nos convencer do pecado. Seu primeiro trabalho é tornar o pecador ciente de sua pecaminosidade e, conseqüentemente, sua condição perdida. O Espírito não é meramente o Consolador. Ele também é – e primeiramente – quem nos convence do pecado. Ele Se torna Consolador para os que fizeram paz com Deus, admitindo e confessando seus pecados.
6. Que ilustração dramática demonstra o poder do Espírito para convencer do pecado? Luc. 19:8 e 9
7. Como Jesus ilustrou a disponibilidade da salvação a um pecador arrependido e, ao mesmo tempo, assinalou a desesperança de uma pessoa que se considera justa? Luc. 18:10-14
"Precisamos ter conhecimento de nós mesmos, conhecimento que resultará em contrição, antes de podermos achar perdão e paz. O fariseu não sentia convicção de pecado. O Espírito Santo não podia nele atuar. Sua vida apoiava-se numa couraça de justiça própria, a qual as setas de Deus, farpadas e desferidas pelos anjos, não podiam penetrar. Cristo só pode salvar quem reconhece ser pecador." – Ellen G. White, Parábolas de Jesus, pág. 158.
Quando a pessoa recebe uma visão da justiça e santidade de Deus, como aconteceu com o profeta Isaías (Isa. 6:5 e 6), o Espírito Santo convence essa pessoa de que ela é pecaminosa e nada além de absoluto juízo e destruição a aguarda, a menos que Jesus intervenha. Assim, o poder convencedor do Espírito Santo é muito importante em nos guiar a Cristo. Imagine, então, a condição desesperada das pessoas que, por sua própria teimosia, tornaram-se imunes aos apelos do Espírito Santo.
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Quinta Ano Bíblico: Sal. 1–9
Arrependimento e o pecado imperdoável
Às vezes, tem havido membros da igreja que vivem com medo de terem cometido o pecado imperdoável. De certo modo, não é difícil entender por quê. Somos pecadores; se não vivermos momento a momento sob o controle do Espírito Santo, somos capazes de fazer quase qualquer coisa. E para uma pessoa que conheceu o Senhor, que obteve um vislumbre da santidade de Deus, seu sentimento de pecado pode parecer horrivelmente condenatório. A culpa pode ser subjugante. A maioria dos cristãos, em algum ponto de sua experiência cristã, teve momentos de temor, momentos em que acreditou que seu caso era sem esperança, que não podia alcançar o ideal de Deus e que, de fato, poderia ter cometido o pecado imperdoável.
8. No entanto, se o "pecado imperdoável" é a rejeição constante do Espírito Santo, por que alguém que teme haver cometido esse pecado é justamente a pessoa que claramente não o cometeu? Veja também Sal. 51:1-4; Luc. 5:8; 18:13
O fato de alguém haver cometido algum crime ou pecado não é obstáculo permanente para a salvação. Jesus pode salvar qualquer pessoa que esteja disposta a aceitar a salvação. Ele não está primeiramente preocupado com o escuro passado de ninguém. Qualquer pecado e negligência pode ser apagado pelo Seu sangue derramado. Existe uma condição para esse perdão, e este é o arrependimento, que vem unicamente pela obra do Espírito Santo. Enquanto houver arrependimento no coração do homem, haverá perdão no coração de Deus.
É evidente que devemos nos lembrar de que o pecado não pode ser considerado trivial. Cada pecado nos endurece; cada vez que caímos, fazemos assim unicamente porque afastamos a convicção. Quanto mais fizermos isso, mais fácil será fazê-lo outra e outra vez. E embora possamos sempre nos arrepender e encontrar perdão, quanto mais pecarmos, mais endureceremos o coração àquele que nos leva ao arrependimento, o Espírito Santo.
Assim, é importantíssimo, cada dia, reclamar o poder de Deus para nos purificar, regenerar e restaurar à imagem do Salvador. (Veja I Cor. 10:13; Gál. 5:16; Tito 3:5).
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Sexta Ano Bíblico: Sal. 10–17
Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, págs. 621 e 622; O Desejado de Todas as Nações, págs. 321-324, 565-568; Atos dos Apóstolos, págs. 75 e 76; Parábolas de Jesus, "Um Sinal de Grandeza", págs. 150-152.
"Aquele que rejeita a obra do Espírito Santo assume uma posição que impede o acesso ao arrependimento e à fé." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 322.
"Todo pensamento impuro contamina a mente, enfraquece o senso moral e tende a apagar as impressões do Espírito Santo." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 302.
"Mas se alguém, por recusar repetidas vezes a direção de Deus, perder a capacidade de reconhecer a bondade quando a vir, se fizer com que seus valores morais sejam invertidos até que para ele o mal seja bem e o bem, mal, então, mesmo quando for confrontado por Jesus, não terá consciência do pecado de que não se pode arrepender e nunca poderá ser perdoado. Este é o pecado contra o Espírito Santo." – William Barclay, The Gospel of Mark, pág. 81.
Perguntas para consideração
1. Como classe, imaginem que vocês tivessem que lidar com alguém que estivesse seguro de haver cometido o pecado imperdoável. O que você aprendeu do estudo desta semana para ajudar essa pessoa a encontrar esperança e perdão?
2. Procure na Bíblia com a classe alguns exemplos de pessoas que, aparentemente, cometeram o pecado imperdoável. Faça uma lista dessas pessoas e comentem seus casos.
3. Leia a citação acima de Barclay. Qual é o processo que ele está descrevendo? Por que este é um perigo para todos, mesmo para cristãos professos?
fonte:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2006/frlic1222006.html
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Sábado à tarde Ano Bíblico: Jó 25–28
VERSO PARA MEMORIZAR: "Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e as blasfêmias que proferirem. Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno" (Marcos 3:28 e 29).
Leituras da semana: Mat. 12:22-31; Mar 3:22-30; 10:45; Luc. 18:10-14; João 3:14-16; I Cor. 15:3; I Tim. 1:15; Heb. 2:9
Este Verso Para Memorizar está entre os mais difíceis da Bíblia. Considerando o que Jesus foi e o que Ele fez a fim de perdoar nossos pecados, a idéia de um pecado que nem mesmo a cruz perdoa deve nos fazer tremer. Assassinato, incesto, orgulho, adultério, roubo, idolatria, e até palavras proferidas contra Cristo (Mat. 12:21-32) podem ser perdoados (Efés. 1:7). Mas, nas palavras do próprio Cristo, "aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre" (Mar. 3:29). Isto é incrível!
Assim, a pergunta lógica é: qual é o assim chamado pecado imperdoável? Esta é uma expressão que, a propósito, nunca aparece nas Escrituras. Toda a idéia de um pecado que não pode ser perdoado parece muito contrária a tudo o que conhecemos sobre o Deus que tanto fez justamente para nos perdoar todos os pecados. É por isso que este é um tópico merecedor de estudo – pois todos precisamos estar cientes daquilo que, mais do que qualquer outra coisa, nos deixa, como Jesus disse, em perigo de pecado eterno" (v. 29).
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Domingo Ano Bíblico: Jó 29–31
Para salvar pecadores
1. De acordo com I Timóteo 1:15, qual foi o propósito da vinda de Cristo à Terra?
Poderiam ser escritos muitos livros sobre as razões para a história incrível de Jesus Cristo, o Deus que ocultou Sua divindade em humanidade e morreu em nosso lugar a morte que todos nós, como pecadores, merecíamos. Entre as razões para a vida e a morte de Jesus temos:
1. Ele veio a fim de nos revelar como é Deus (João 14:9).
2. Veio a fim de ser Servo de Deus e mostrar o que significa servidão (Mat. 20:25-28; Filip. 2:5-7).
3. Veio para nos deixar um exemplo de como viver (I Ped. 2:21; João 2:6).
4. Veio a fim de ser para nós sumo sacerdote fiel e misericordioso (Heb. 2:17 e 18).
Todas estas coisas, por mais importantes que sejam, seriam sem sentido para nós sem o que é indubitavelmente o aspecto mais crucial da missão terrestre de Cristo.
2. Que razões os textos a seguir dão para a vida e a morte de Jesus? Mar. 10:45; João 3:14-16; I Cor. 15:3; Heb. 2:9 e I João 3:8
Entre todas as razões por que Jesus veio e morreu, a mais importante – pelo menos de nossa perspectiva – é que Ele morreu para nos salvar da penalidade legal do pecado, que é a morte, e morte eterna. E a grande notícia é que, por Sua obra, Ele pode fazer isso para qualquer pessoa que O aceite. A salvação vem a todo o que crê, tanto judeu como gentio (Rom. 2:9). Os que crêem são, então, poupados da "condenação eterna" que Jesus advertiu em numerosos textos, inclusive Marcos 3:29, quando falou de um pecado que pode levar a essa condenação. Deste modo, se pela fé nEle somos poupados dessa "condenação eterna", e se o "pecado imperdoável" leva a essa condenação, qual é realmente o sentido mais provável desse "pecado imperdoável"?
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Segunda Ano Bíblico: Jó 32–34
"Todo pecado e blasfêmia"
3. Leia Mateus 12:22-31 e resuma o contexto em que Jesus disse estas palavras. Observe também para quem Ele estava falando. Como isso nos ajuda a entender o que Ele estava dizendo com respeito ao "pecado imperdoável"? Veja também Marcos 3:22-30.
As palavras fortes de Cristo não foram ditas sem um motivo. Elas foram pronunciadas em resposta a uma declaração de certos fariseus que, depois de testemunharem uma cura operada por Jesus, disseram: Ele "expele demônios" (Mat. 12:24) por Belzebu, o maioral dos demônios. Essa atitude foi assumida diante da evidência inegável de Seu poder divino: a santidade de Sua vida, que eles não podiam deixar de reconhecer e que mais tarde admitiram tacitamente (João 8:46); o fato de curar os doentes de maneira sobrenatural (Mat. 8:14-17; Mar. 1:29-34 etc.); o fato de expulsar demônios (Mat. 9:32 e 33) e Sua ressurreição (Luc. 7:11-17).
Porém, recusando admitir a divindade de Cristo e opondo-se ativamente a Ele, esses homens se colocaram em posição em que foram forçados a explicar as obras de Cristo em alguma base que não admitisse Sua divindade e, conseqüentemente, atribuíram a Satanás a obra de Deus. Assim, fecharam a mente à evidência do Espírito Santo. O Espírito Santo traz impressões sobre a verdade na mente e no coração (João 14:17; 16:13) e convence do pecado (João 16:8). Mas embora Deus seja paciente, misericordioso e não deseje que ninguém pereça (II Ped. 3:9). Seu Espírito não trabalhará indefinidamente com o coração obstinado (Gên. 6:3). Se a verdade for persistentemente resistida e recusada, os apelos do Espírito deixam de ser ouvidos, e o coração é deixado em terrível escuridão.
Possivelmente, esta foi a condição a que Paulo se referiu quando descreveu certas pessoas "que têm cauterizada a própria consciência" (I Tim. 4:2). Para a pessoa culpada do pecado contra o Espírito Santo, fechou-se a oportunidade, e para ela "não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo" (Heb. 10:26 e 27).
Pelo que você leu até agora nesta semana, qual é sua compreensão do pecado contra o Espírito Santo?
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Terça Ano Bíblico: Jó 35–37
O pecado imperdoável
O pecado é fatal para nossa existência, mas Deus Se alegra em perdoar nossos pecados. Não precisamos perecer, apesar de que "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rom. 3:23). Jesus morreu para conquistar o direito de perdoar os pecadores arrependidos.
Mas existe um pecado imperdoável, e este inevitavelmente resulta em morte eterna. Quando alguém recusa responder à bondade de Deus, que procura levar ao arrependimento (Rom. 2:4), essa contínua recusa de aceitar a proposta divina de graça finalmente resultará em pecado imperdoável.
4. Leia Mateus 12:31 e Marcos 3:29 em seu contexto. De acordo com esses textos, o pecado imperdoável é uma ação ou uma atitude? Como podemos evitar esse pecado?
O pecado imperdoável, ou o pecado contra o Espírito Santo, é a rejeição persistente da luz, rejeição persistente do que Cristo fez por nós. Essa rejeição cega inevitavelmente os olhos espirituais e endurece o coração daquele que rejeita os apelos do Espírito, como exemplifica a atitude dos líderes de Israel. Finalmente, existe escuridão absoluta, e a pessoa está perdida eternamente porque arruinou a perceptividade de sua mente para as sugestões do Espírito.
O ato de colocar-se além do alcance do poder do Espírito Santo é "imperdoável" porque a pessoa não pode sequer se arrepender sem a ajuda do Espírito de Deus. Deus não pode fazer nada pela pessoa a menos que a force, e isso Ele não fará. Por suas escolhas, essa pessoa se colocou fora do alcance da salvação.
5. Por que Jesus ligou o pecado imperdoável com a idéia de falar? Mat. 12:32; Mar. 3:29
No pensamento bíblico, as palavras são julgadas como ações. As palavras são parte da realidade que descrevem. Deste modo, parece que Jesus comparou o ato de falar contra o Espírito Santo com uma rejeição persistente da verdade que o Espírito procura nos trazer. Ações e palavras estão inseparavelmente ligadas.
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Quarta Ano Bíblico: Jó 38–42
Convicções do Espírito
"Quando Ele [o Espírito] vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em Mim" (João 16:8 e 9).
A fim de se qualificar como candidato à salvação, alguém deve reconhecer que é pecador. Ninguém pede ajuda do Salvador a menos que tenha sentido essa necessidade. Uma de nossas maiores necessidades é a convicção pessoal do pecado. Não podemos trazer essa convicção sobre nós mesmos; é prerrogativa e ofício da obra do Espírito nos convencer do pecado. Seu primeiro trabalho é tornar o pecador ciente de sua pecaminosidade e, conseqüentemente, sua condição perdida. O Espírito não é meramente o Consolador. Ele também é – e primeiramente – quem nos convence do pecado. Ele Se torna Consolador para os que fizeram paz com Deus, admitindo e confessando seus pecados.
6. Que ilustração dramática demonstra o poder do Espírito para convencer do pecado? Luc. 19:8 e 9
7. Como Jesus ilustrou a disponibilidade da salvação a um pecador arrependido e, ao mesmo tempo, assinalou a desesperança de uma pessoa que se considera justa? Luc. 18:10-14
"Precisamos ter conhecimento de nós mesmos, conhecimento que resultará em contrição, antes de podermos achar perdão e paz. O fariseu não sentia convicção de pecado. O Espírito Santo não podia nele atuar. Sua vida apoiava-se numa couraça de justiça própria, a qual as setas de Deus, farpadas e desferidas pelos anjos, não podiam penetrar. Cristo só pode salvar quem reconhece ser pecador." – Ellen G. White, Parábolas de Jesus, pág. 158.
Quando a pessoa recebe uma visão da justiça e santidade de Deus, como aconteceu com o profeta Isaías (Isa. 6:5 e 6), o Espírito Santo convence essa pessoa de que ela é pecaminosa e nada além de absoluto juízo e destruição a aguarda, a menos que Jesus intervenha. Assim, o poder convencedor do Espírito Santo é muito importante em nos guiar a Cristo. Imagine, então, a condição desesperada das pessoas que, por sua própria teimosia, tornaram-se imunes aos apelos do Espírito Santo.
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Quinta Ano Bíblico: Sal. 1–9
Arrependimento e o pecado imperdoável
Às vezes, tem havido membros da igreja que vivem com medo de terem cometido o pecado imperdoável. De certo modo, não é difícil entender por quê. Somos pecadores; se não vivermos momento a momento sob o controle do Espírito Santo, somos capazes de fazer quase qualquer coisa. E para uma pessoa que conheceu o Senhor, que obteve um vislumbre da santidade de Deus, seu sentimento de pecado pode parecer horrivelmente condenatório. A culpa pode ser subjugante. A maioria dos cristãos, em algum ponto de sua experiência cristã, teve momentos de temor, momentos em que acreditou que seu caso era sem esperança, que não podia alcançar o ideal de Deus e que, de fato, poderia ter cometido o pecado imperdoável.
8. No entanto, se o "pecado imperdoável" é a rejeição constante do Espírito Santo, por que alguém que teme haver cometido esse pecado é justamente a pessoa que claramente não o cometeu? Veja também Sal. 51:1-4; Luc. 5:8; 18:13
O fato de alguém haver cometido algum crime ou pecado não é obstáculo permanente para a salvação. Jesus pode salvar qualquer pessoa que esteja disposta a aceitar a salvação. Ele não está primeiramente preocupado com o escuro passado de ninguém. Qualquer pecado e negligência pode ser apagado pelo Seu sangue derramado. Existe uma condição para esse perdão, e este é o arrependimento, que vem unicamente pela obra do Espírito Santo. Enquanto houver arrependimento no coração do homem, haverá perdão no coração de Deus.
É evidente que devemos nos lembrar de que o pecado não pode ser considerado trivial. Cada pecado nos endurece; cada vez que caímos, fazemos assim unicamente porque afastamos a convicção. Quanto mais fizermos isso, mais fácil será fazê-lo outra e outra vez. E embora possamos sempre nos arrepender e encontrar perdão, quanto mais pecarmos, mais endureceremos o coração àquele que nos leva ao arrependimento, o Espírito Santo.
Assim, é importantíssimo, cada dia, reclamar o poder de Deus para nos purificar, regenerar e restaurar à imagem do Salvador. (Veja I Cor. 10:13; Gál. 5:16; Tito 3:5).
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Sexta Ano Bíblico: Sal. 10–17
Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, págs. 621 e 622; O Desejado de Todas as Nações, págs. 321-324, 565-568; Atos dos Apóstolos, págs. 75 e 76; Parábolas de Jesus, "Um Sinal de Grandeza", págs. 150-152.
"Aquele que rejeita a obra do Espírito Santo assume uma posição que impede o acesso ao arrependimento e à fé." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 322.
"Todo pensamento impuro contamina a mente, enfraquece o senso moral e tende a apagar as impressões do Espírito Santo." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 302.
"Mas se alguém, por recusar repetidas vezes a direção de Deus, perder a capacidade de reconhecer a bondade quando a vir, se fizer com que seus valores morais sejam invertidos até que para ele o mal seja bem e o bem, mal, então, mesmo quando for confrontado por Jesus, não terá consciência do pecado de que não se pode arrepender e nunca poderá ser perdoado. Este é o pecado contra o Espírito Santo." – William Barclay, The Gospel of Mark, pág. 81.
Perguntas para consideração
1. Como classe, imaginem que vocês tivessem que lidar com alguém que estivesse seguro de haver cometido o pecado imperdoável. O que você aprendeu do estudo desta semana para ajudar essa pessoa a encontrar esperança e perdão?
2. Procure na Bíblia com a classe alguns exemplos de pessoas que, aparentemente, cometeram o pecado imperdoável. Faça uma lista dessas pessoas e comentem seus casos.
3. Leia a citação acima de Barclay. Qual é o processo que ele está descrevendo? Por que este é um perigo para todos, mesmo para cristãos professos?
fonte:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2006/frlic1222006.html
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Ong acusa ex-BBB Marcelo Dourado de crime
A passagem de Marcelo Dourado pelo BBB 10 continua gerando polêmica. Depois de acusações de homofobia e de incentivo a práticas nazistas, o vencedor do reality show da Globo agora enfrenta a ONG Fala Bicho.
Segundo o jornal O Globo, a entidade entregou ao Ministério Público uma representação contra o lutador, sob alegação de que Dourado, durante o programa, fez apologia ao crime.
O gaúcho teria declarado que chutar cachorro, em especial poodles, era a sua receita para combater o estresse.
A passagem de Marcelo Dourado pelo BBB 10 continua gerando polêmica. Depois de acusações de homofobia e de incentivo a práticas nazistas, o vencedor do reality show da Globo agora enfrenta a ONG Fala Bicho.
Segundo o jornal O Globo, a entidade entregou ao Ministério Público uma representação contra o lutador, sob alegação de que Dourado, durante o programa, fez apologia ao crime.
O gaúcho teria declarado que chutar cachorro, em especial poodles, era a sua receita para combater o estresse.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Aposentada morre e família espera três dias pela 'ressurreição' na Paraíba
Ivaneide Barbosa do Nascimento, 65 anos, mais conhecida como Irmã Neide, que foi velada por três dias em sua casa, no bairro de Jaguaribe, Capital, sem que seu corpo entrasse em decomposição ou exalasse mau cheiro, foi finalmente foi sepultada na tarde desta terça-feira (27), exatamente às 16h20, no Cemitério Parque das Acácias, de João Pessoa.
O caso da Irmã Neide fez com que muitos acreditassem que ela teria sido alvo de dois milagres - um pouco antes de morrer e outro após a sua morte por volta das 9h da manhã do último sábado (24).
Nos seus últimos dias de vida, ela teria recebido uma ‘revelação’: um filho seu e outro parente próximo, há anos afastados da Paraíba e da Igreja Assembléia de Deus, recuperariam a fé e retornariam às práticas evangélicas pentecostais.
O segundo milagre decorreria do primeiro. Após morrer, Irmã Neide permaneceria com o seu corpo íntegro o tempo necessário para que seus parentes pudessem retornar à Paraíba, vindos da Suíça, e participar do sepultamento de um corpo que, três dias após a morte, mantinha-se íntegro como se vivo ainda estivesse.
Além disso, deformidades nos membros inferiores e nas mãos de Irmã Neide desapareceram logo após seu falecimento.
Ela tinha as mãos fechadas, ‘entrevadas’, e as pernas arqueadas. Acreditava-se, inclusive, que tais deficiências dificultariam fechar o caixão em que foi colocado o corpo.
Para surpresa de familiares e amigos, depois que ela morreu não houve a menor dificuldade em juntar-lhes as mãos, entrelaçando seus dedos, e estirar-lhe as pernas.
O atestado de óbito de Irmã Neide foi assinado por Márcia Esteves, médica do Samu e da família.
Oficialmente, a religiosa morreu em conseqüência de uma parada cardio-respiratória. O velório transcorreu desde sábado na residência da falecida, na Rua João Paulo Neto, em Jaguaribe.
Irmãos de fé disseram ao Portal Correio que a irmã Neide era admirada e reconhecida por sua bondade e dedicação ao próximo. "Ela costumava, antes de adoecer e perder os movimentos das mãos e pés, ir a presídios, enfermarias e outros lugares para levar ajuda aos que precisavam. Ela era uma pessoa muito boa. A sua fé era muito grande. Muitas vezes as suas palavras de fé me ajudaram", declarou uma mulher que pediu para não ser identificada.
O fato de o corpo de a irmã Neide não se decompor nem exalar mau cheiro três dias após o falecimento poderia ser explicado pelo uso contínuo e prolongado de remédios.
A hipótese, no entanto, não foi bem aceita pelos evangélicos que velavam o corpo. Alguns sustentavam que a única explicação plausível era a de que através do corpo de aparente fragilidade da mulher Deus teria manifestado o seu poder.
Alguns curiosos que velavam o corpo chegaram a sugerir que a irmã Neide poderia ter sofrido um ataque de catalepsia, distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas).
O cortejo que levou a religiosa ao Parque das Acácias – o caixão sobre um carro do Corpo de Bombeiros, com direito batedores da Polícia Militar e participação de amarelinhos da STTrans – foi marcado por muita comoção e intensa curiosidade de populares em todas as ruas e bairros da chamada Zona Sul da Capital. Cerca de 150 pessoas assistiram ao sepultamento no cemitério.
O caso da Irmã Neide fez com que muitos acreditassem que ela teria sido alvo de dois milagres - um pouco antes de morrer e outro após a sua morte por volta das 9h da manhã do último sábado (24).
Nos seus últimos dias de vida, ela teria recebido uma ‘revelação’: um filho seu e outro parente próximo, há anos afastados da Paraíba e da Igreja Assembléia de Deus, recuperariam a fé e retornariam às práticas evangélicas pentecostais.
O segundo milagre decorreria do primeiro. Após morrer, Irmã Neide permaneceria com o seu corpo íntegro o tempo necessário para que seus parentes pudessem retornar à Paraíba, vindos da Suíça, e participar do sepultamento de um corpo que, três dias após a morte, mantinha-se íntegro como se vivo ainda estivesse.
Além disso, deformidades nos membros inferiores e nas mãos de Irmã Neide desapareceram logo após seu falecimento.
Ela tinha as mãos fechadas, ‘entrevadas’, e as pernas arqueadas. Acreditava-se, inclusive, que tais deficiências dificultariam fechar o caixão em que foi colocado o corpo.
Para surpresa de familiares e amigos, depois que ela morreu não houve a menor dificuldade em juntar-lhes as mãos, entrelaçando seus dedos, e estirar-lhe as pernas.
O atestado de óbito de Irmã Neide foi assinado por Márcia Esteves, médica do Samu e da família.
Oficialmente, a religiosa morreu em conseqüência de uma parada cardio-respiratória. O velório transcorreu desde sábado na residência da falecida, na Rua João Paulo Neto, em Jaguaribe.
Irmãos de fé disseram ao Portal Correio que a irmã Neide era admirada e reconhecida por sua bondade e dedicação ao próximo. "Ela costumava, antes de adoecer e perder os movimentos das mãos e pés, ir a presídios, enfermarias e outros lugares para levar ajuda aos que precisavam. Ela era uma pessoa muito boa. A sua fé era muito grande. Muitas vezes as suas palavras de fé me ajudaram", declarou uma mulher que pediu para não ser identificada.
O fato de o corpo de a irmã Neide não se decompor nem exalar mau cheiro três dias após o falecimento poderia ser explicado pelo uso contínuo e prolongado de remédios.
A hipótese, no entanto, não foi bem aceita pelos evangélicos que velavam o corpo. Alguns sustentavam que a única explicação plausível era a de que através do corpo de aparente fragilidade da mulher Deus teria manifestado o seu poder.
Alguns curiosos que velavam o corpo chegaram a sugerir que a irmã Neide poderia ter sofrido um ataque de catalepsia, distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas).
O cortejo que levou a religiosa ao Parque das Acácias – o caixão sobre um carro do Corpo de Bombeiros, com direito batedores da Polícia Militar e participação de amarelinhos da STTrans – foi marcado por muita comoção e intensa curiosidade de populares em todas as ruas e bairros da chamada Zona Sul da Capital. Cerca de 150 pessoas assistiram ao sepultamento no cemitério.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Pura Afinidade
Quem nunca se sentiu à vontade para fazer confidências a um amigo em especial? Ou ficou horas com alguém sem perceber que o tempo passava? Existem pessoas que despertam em nós a vontade de estar junto. De dia, de noite, na alegria, na tristeza. Entenda melhor essa química humana que aproxima e torna tão forte as relações.
Verdade seja dita: ter alguém para compartilhar a vida é bom demais! Ninguém consegue viver sozinho, isso é fato. Por mais que se considere auto-suficiente ou introspectivo, vai se deparar em algum momento com a necessidade de interagir com o outro. Os motivos podem ser diversos: os apelos da jornada profissional, os chamados do coração ou simplesmente a necessidade de se abrir e dividir com o outro momentos da vida, que em determinadas fases apresenta-se bem complicada para ser encarada sozinha. Nesses instantes entra em cena um sentimento muito importante, que facilita bastante a nossa caminhada: a afinidade.
Talvez você nunca tenha se dado conta, mas quase todas as relações estabelecidas ao seu redor acontecem graças à ela. E assim é com casais, irmãos, amigos, colegas... Alguém percebe no outro características que atraem, que despertam o desejo de proximidade, de confidências, de conversar por horas. É o ponto de partida para um relacionamento verdadeiro, intenso. Grande parte da magia do nosso viver está em conviver. E é a favor da convivência, da ligação entre as pessoas e das trocas positivas que a afinidade dá o ar da graça.
A força das semelhanças
Para Eliana Melcher Martins, psicóloga e professora da Universidade Federal de São Paulo, afinidade tem muito a ver com identificação. "É bastante comum que ela aconteça quando vemos no outro características e objetivos que também temos. Isso por que quando alguém nos mostra que se parece conosco, fica mais fácil aceitá-lo. É uma afinidade por projeção: a gente se enxerga naquela pessoa", diz. Geralmente são essas semelhanças que nos dão aquela sensação de conhecer há muito tempo quem acabou de aparecer em nossas vidas. Você certamente já sentiu isso, não é mesmo? Notar padrões de comportamento parecidos e descobrir gostos iguais nos transmite segurança para continuar em uma relação. É como se alguma coisa, lá dentro de nós, apontasse que aquele alguém merece a nossa atenção, afinal ele combina conosco. "Entre as crianças isso é ainda mais forte.
Se você reparar em uma sala de aula vai ver muitos grupinhos, todos bem definidos. Elas procuram os semelhantes e muitas vezes rejeitam os que agem ou pensam de maneira distinta", explica Vera Lúcia Constantino de Campos, psicóloga de Campinas. Porém, é claro que as coisas não são assim tão simples. Não bastam apenas gostos em comum e objetivos similares para sustentar uma relação saudável.
Marco Antonio De Tommaso, psicólogo
Esse costuma ser o início, o despertar do interesse entre as pessoas. Ao conhecer outras particularidades de um "novo amigo", a afinidade pode tornar-se ainda maior ou simplesmente perder a força. "Às vezes você se identifica e se aproxima de alguém porque estão passando por situações parecidas, então um apóia o outro. Depois disso podem perceber que não têm mais nada a ver. Era algo momentâneo. Em se tratando de afinidade, nada é exclusivo e nem precisa ser pleno. Posso me identificar com algum ponto da sua personalidade e não gostar de outros. Isso é natural e não minimiza essa cumplicidade", afirma Marco Antonio De Tommaso, psicólogo de São Paulo. Lembra daquela sua colega de trabalho? Vocês se dão bem, há cooperação e sintonia, mas quando tentaram sair do ambiente do escritório e estabelecer uma amizade fora dali, perceberam um certo descompasso, a coisa não fluía. Isso não significa que não havia afinidade profissional. O mesmo vale para aquele namorado maravilhoso, com quem é impossível fazer uma parceria de negócios. A dificuldade em uma área não exclui a afinidade proveniente de outros campos.
A doce atração dos opostos
Todo mundo já ouviu alguma vez na vida aquela história de que os opostos se atraem, não é verdade? Pois é, especialistas são unânimes ao afirmarem que existe a tendência de proximidade com aqueles que se assemelham conosco, mas admitem que o diferente também pode atrair. E muito! Nesse tipo de relação, entra em cena dois conceitos importantes para o ser humano: o complemento e o aprendizado. "A atração acontece quando eu percebo no outro características que admiro e que não possuo, coisas que eu gostaria de ter, de saber fazer e não sei", pondera Eliana Martins.
Muito mais do que achar aquela pessoa interessante, procuramos incorporar em nossas vidas o que enxergamos de melhor nela. "São personalidades complementares, uma passa segurança à outra. Por exemplo, uma moça tímida pode desenvolver afinidade com outra, que é extrovertida, por admirar a forma como essa lida com o mundo. A tímida, por sua vez, pode ensinar à extrovertida como preservar sua intimidade em alguns momentos. É uma troca!", avalia Vera Lúcia.
Vibração recíproca é o alvo
Talvez, o mais importante a se saber sobre afinidade é que ela implica necessariamente em reciprocidade. Afinal, quando dizemos que algo está em sintonia, significa que ele vibra na mesma freqüência que um outro, com o qual está sendo comparado. Para ser mais abrangente, vale citar os elementos da química. Eles têm composições diferentes, assim como cada ser humano, que é único, mas têm tendência a combinar-se melhor com determinadas substâncias. Misturar essências incompatíveis pode gerar resultados explosivos, assim como algumas relações que você já deve ter visto por aí.
Então que fique claro: quando um só lado sente-se atraído, não se trata de afinidade, mas admiração. Um bom termômetro para esse conceito é a forma como justificamos nossas ações: vou fazer com ele ou vou fazer por ele? A afinidade valoriza o bem comum, a vida conjunta e como já dissemos, as trocas positivas. "Outra coisa importante é que uma relação saudável, seja ela de amor, amizade ou profissionalismo, preserva a individualidade. Afinidade de verdade não nos faz abrir mão da nossa auto-estima, de nossas particularidades ou se anular em nome do outro", finaliza Tommaso.Fonte: PATRÍCIA AFFONSO
Quem nunca se sentiu à vontade para fazer confidências a um amigo em especial? Ou ficou horas com alguém sem perceber que o tempo passava? Existem pessoas que despertam em nós a vontade de estar junto. De dia, de noite, na alegria, na tristeza. Entenda melhor essa química humana que aproxima e torna tão forte as relações.
Verdade seja dita: ter alguém para compartilhar a vida é bom demais! Ninguém consegue viver sozinho, isso é fato. Por mais que se considere auto-suficiente ou introspectivo, vai se deparar em algum momento com a necessidade de interagir com o outro. Os motivos podem ser diversos: os apelos da jornada profissional, os chamados do coração ou simplesmente a necessidade de se abrir e dividir com o outro momentos da vida, que em determinadas fases apresenta-se bem complicada para ser encarada sozinha. Nesses instantes entra em cena um sentimento muito importante, que facilita bastante a nossa caminhada: a afinidade.
Talvez você nunca tenha se dado conta, mas quase todas as relações estabelecidas ao seu redor acontecem graças à ela. E assim é com casais, irmãos, amigos, colegas... Alguém percebe no outro características que atraem, que despertam o desejo de proximidade, de confidências, de conversar por horas. É o ponto de partida para um relacionamento verdadeiro, intenso. Grande parte da magia do nosso viver está em conviver. E é a favor da convivência, da ligação entre as pessoas e das trocas positivas que a afinidade dá o ar da graça.
A força das semelhanças
Para Eliana Melcher Martins, psicóloga e professora da Universidade Federal de São Paulo, afinidade tem muito a ver com identificação. "É bastante comum que ela aconteça quando vemos no outro características e objetivos que também temos. Isso por que quando alguém nos mostra que se parece conosco, fica mais fácil aceitá-lo. É uma afinidade por projeção: a gente se enxerga naquela pessoa", diz. Geralmente são essas semelhanças que nos dão aquela sensação de conhecer há muito tempo quem acabou de aparecer em nossas vidas. Você certamente já sentiu isso, não é mesmo? Notar padrões de comportamento parecidos e descobrir gostos iguais nos transmite segurança para continuar em uma relação. É como se alguma coisa, lá dentro de nós, apontasse que aquele alguém merece a nossa atenção, afinal ele combina conosco. "Entre as crianças isso é ainda mais forte.
Se você reparar em uma sala de aula vai ver muitos grupinhos, todos bem definidos. Elas procuram os semelhantes e muitas vezes rejeitam os que agem ou pensam de maneira distinta", explica Vera Lúcia Constantino de Campos, psicóloga de Campinas. Porém, é claro que as coisas não são assim tão simples. Não bastam apenas gostos em comum e objetivos similares para sustentar uma relação saudável.
Marco Antonio De Tommaso, psicólogo
Esse costuma ser o início, o despertar do interesse entre as pessoas. Ao conhecer outras particularidades de um "novo amigo", a afinidade pode tornar-se ainda maior ou simplesmente perder a força. "Às vezes você se identifica e se aproxima de alguém porque estão passando por situações parecidas, então um apóia o outro. Depois disso podem perceber que não têm mais nada a ver. Era algo momentâneo. Em se tratando de afinidade, nada é exclusivo e nem precisa ser pleno. Posso me identificar com algum ponto da sua personalidade e não gostar de outros. Isso é natural e não minimiza essa cumplicidade", afirma Marco Antonio De Tommaso, psicólogo de São Paulo. Lembra daquela sua colega de trabalho? Vocês se dão bem, há cooperação e sintonia, mas quando tentaram sair do ambiente do escritório e estabelecer uma amizade fora dali, perceberam um certo descompasso, a coisa não fluía. Isso não significa que não havia afinidade profissional. O mesmo vale para aquele namorado maravilhoso, com quem é impossível fazer uma parceria de negócios. A dificuldade em uma área não exclui a afinidade proveniente de outros campos.
A doce atração dos opostos
Todo mundo já ouviu alguma vez na vida aquela história de que os opostos se atraem, não é verdade? Pois é, especialistas são unânimes ao afirmarem que existe a tendência de proximidade com aqueles que se assemelham conosco, mas admitem que o diferente também pode atrair. E muito! Nesse tipo de relação, entra em cena dois conceitos importantes para o ser humano: o complemento e o aprendizado. "A atração acontece quando eu percebo no outro características que admiro e que não possuo, coisas que eu gostaria de ter, de saber fazer e não sei", pondera Eliana Martins.
Muito mais do que achar aquela pessoa interessante, procuramos incorporar em nossas vidas o que enxergamos de melhor nela. "São personalidades complementares, uma passa segurança à outra. Por exemplo, uma moça tímida pode desenvolver afinidade com outra, que é extrovertida, por admirar a forma como essa lida com o mundo. A tímida, por sua vez, pode ensinar à extrovertida como preservar sua intimidade em alguns momentos. É uma troca!", avalia Vera Lúcia.
Vibração recíproca é o alvo
Talvez, o mais importante a se saber sobre afinidade é que ela implica necessariamente em reciprocidade. Afinal, quando dizemos que algo está em sintonia, significa que ele vibra na mesma freqüência que um outro, com o qual está sendo comparado. Para ser mais abrangente, vale citar os elementos da química. Eles têm composições diferentes, assim como cada ser humano, que é único, mas têm tendência a combinar-se melhor com determinadas substâncias. Misturar essências incompatíveis pode gerar resultados explosivos, assim como algumas relações que você já deve ter visto por aí.
Então que fique claro: quando um só lado sente-se atraído, não se trata de afinidade, mas admiração. Um bom termômetro para esse conceito é a forma como justificamos nossas ações: vou fazer com ele ou vou fazer por ele? A afinidade valoriza o bem comum, a vida conjunta e como já dissemos, as trocas positivas. "Outra coisa importante é que uma relação saudável, seja ela de amor, amizade ou profissionalismo, preserva a individualidade. Afinidade de verdade não nos faz abrir mão da nossa auto-estima, de nossas particularidades ou se anular em nome do outro", finaliza Tommaso.Fonte: PATRÍCIA AFFONSO
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