O pecado contra o Espírito Santo
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Sábado à tarde Ano Bíblico: Jó 25–28
VERSO PARA MEMORIZAR: "Em verdade vos digo que tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados e as blasfêmias que proferirem. Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno" (Marcos 3:28 e 29).
Leituras da semana: Mat. 12:22-31; Mar 3:22-30; 10:45; Luc. 18:10-14; João 3:14-16; I Cor. 15:3; I Tim. 1:15; Heb. 2:9
Este Verso Para Memorizar está entre os mais difíceis da Bíblia. Considerando o que Jesus foi e o que Ele fez a fim de perdoar nossos pecados, a idéia de um pecado que nem mesmo a cruz perdoa deve nos fazer tremer. Assassinato, incesto, orgulho, adultério, roubo, idolatria, e até palavras proferidas contra Cristo (Mat. 12:21-32) podem ser perdoados (Efés. 1:7). Mas, nas palavras do próprio Cristo, "aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre" (Mar. 3:29). Isto é incrível!
Assim, a pergunta lógica é: qual é o assim chamado pecado imperdoável? Esta é uma expressão que, a propósito, nunca aparece nas Escrituras. Toda a idéia de um pecado que não pode ser perdoado parece muito contrária a tudo o que conhecemos sobre o Deus que tanto fez justamente para nos perdoar todos os pecados. É por isso que este é um tópico merecedor de estudo – pois todos precisamos estar cientes daquilo que, mais do que qualquer outra coisa, nos deixa, como Jesus disse, em perigo de pecado eterno" (v. 29).
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Domingo Ano Bíblico: Jó 29–31
Para salvar pecadores
1. De acordo com I Timóteo 1:15, qual foi o propósito da vinda de Cristo à Terra?
Poderiam ser escritos muitos livros sobre as razões para a história incrível de Jesus Cristo, o Deus que ocultou Sua divindade em humanidade e morreu em nosso lugar a morte que todos nós, como pecadores, merecíamos. Entre as razões para a vida e a morte de Jesus temos:
1. Ele veio a fim de nos revelar como é Deus (João 14:9).
2. Veio a fim de ser Servo de Deus e mostrar o que significa servidão (Mat. 20:25-28; Filip. 2:5-7).
3. Veio para nos deixar um exemplo de como viver (I Ped. 2:21; João 2:6).
4. Veio a fim de ser para nós sumo sacerdote fiel e misericordioso (Heb. 2:17 e 18).
Todas estas coisas, por mais importantes que sejam, seriam sem sentido para nós sem o que é indubitavelmente o aspecto mais crucial da missão terrestre de Cristo.
2. Que razões os textos a seguir dão para a vida e a morte de Jesus? Mar. 10:45; João 3:14-16; I Cor. 15:3; Heb. 2:9 e I João 3:8
Entre todas as razões por que Jesus veio e morreu, a mais importante – pelo menos de nossa perspectiva – é que Ele morreu para nos salvar da penalidade legal do pecado, que é a morte, e morte eterna. E a grande notícia é que, por Sua obra, Ele pode fazer isso para qualquer pessoa que O aceite. A salvação vem a todo o que crê, tanto judeu como gentio (Rom. 2:9). Os que crêem são, então, poupados da "condenação eterna" que Jesus advertiu em numerosos textos, inclusive Marcos 3:29, quando falou de um pecado que pode levar a essa condenação. Deste modo, se pela fé nEle somos poupados dessa "condenação eterna", e se o "pecado imperdoável" leva a essa condenação, qual é realmente o sentido mais provável desse "pecado imperdoável"?
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Segunda Ano Bíblico: Jó 32–34
"Todo pecado e blasfêmia"
3. Leia Mateus 12:22-31 e resuma o contexto em que Jesus disse estas palavras. Observe também para quem Ele estava falando. Como isso nos ajuda a entender o que Ele estava dizendo com respeito ao "pecado imperdoável"? Veja também Marcos 3:22-30.
As palavras fortes de Cristo não foram ditas sem um motivo. Elas foram pronunciadas em resposta a uma declaração de certos fariseus que, depois de testemunharem uma cura operada por Jesus, disseram: Ele "expele demônios" (Mat. 12:24) por Belzebu, o maioral dos demônios. Essa atitude foi assumida diante da evidência inegável de Seu poder divino: a santidade de Sua vida, que eles não podiam deixar de reconhecer e que mais tarde admitiram tacitamente (João 8:46); o fato de curar os doentes de maneira sobrenatural (Mat. 8:14-17; Mar. 1:29-34 etc.); o fato de expulsar demônios (Mat. 9:32 e 33) e Sua ressurreição (Luc. 7:11-17).
Porém, recusando admitir a divindade de Cristo e opondo-se ativamente a Ele, esses homens se colocaram em posição em que foram forçados a explicar as obras de Cristo em alguma base que não admitisse Sua divindade e, conseqüentemente, atribuíram a Satanás a obra de Deus. Assim, fecharam a mente à evidência do Espírito Santo. O Espírito Santo traz impressões sobre a verdade na mente e no coração (João 14:17; 16:13) e convence do pecado (João 16:8). Mas embora Deus seja paciente, misericordioso e não deseje que ninguém pereça (II Ped. 3:9). Seu Espírito não trabalhará indefinidamente com o coração obstinado (Gên. 6:3). Se a verdade for persistentemente resistida e recusada, os apelos do Espírito deixam de ser ouvidos, e o coração é deixado em terrível escuridão.
Possivelmente, esta foi a condição a que Paulo se referiu quando descreveu certas pessoas "que têm cauterizada a própria consciência" (I Tim. 4:2). Para a pessoa culpada do pecado contra o Espírito Santo, fechou-se a oportunidade, e para ela "não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo" (Heb. 10:26 e 27).
Pelo que você leu até agora nesta semana, qual é sua compreensão do pecado contra o Espírito Santo?
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Terça Ano Bíblico: Jó 35–37
O pecado imperdoável
O pecado é fatal para nossa existência, mas Deus Se alegra em perdoar nossos pecados. Não precisamos perecer, apesar de que "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rom. 3:23). Jesus morreu para conquistar o direito de perdoar os pecadores arrependidos.
Mas existe um pecado imperdoável, e este inevitavelmente resulta em morte eterna. Quando alguém recusa responder à bondade de Deus, que procura levar ao arrependimento (Rom. 2:4), essa contínua recusa de aceitar a proposta divina de graça finalmente resultará em pecado imperdoável.
4. Leia Mateus 12:31 e Marcos 3:29 em seu contexto. De acordo com esses textos, o pecado imperdoável é uma ação ou uma atitude? Como podemos evitar esse pecado?
O pecado imperdoável, ou o pecado contra o Espírito Santo, é a rejeição persistente da luz, rejeição persistente do que Cristo fez por nós. Essa rejeição cega inevitavelmente os olhos espirituais e endurece o coração daquele que rejeita os apelos do Espírito, como exemplifica a atitude dos líderes de Israel. Finalmente, existe escuridão absoluta, e a pessoa está perdida eternamente porque arruinou a perceptividade de sua mente para as sugestões do Espírito.
O ato de colocar-se além do alcance do poder do Espírito Santo é "imperdoável" porque a pessoa não pode sequer se arrepender sem a ajuda do Espírito de Deus. Deus não pode fazer nada pela pessoa a menos que a force, e isso Ele não fará. Por suas escolhas, essa pessoa se colocou fora do alcance da salvação.
5. Por que Jesus ligou o pecado imperdoável com a idéia de falar? Mat. 12:32; Mar. 3:29
No pensamento bíblico, as palavras são julgadas como ações. As palavras são parte da realidade que descrevem. Deste modo, parece que Jesus comparou o ato de falar contra o Espírito Santo com uma rejeição persistente da verdade que o Espírito procura nos trazer. Ações e palavras estão inseparavelmente ligadas.
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Quarta Ano Bíblico: Jó 38–42
Convicções do Espírito
"Quando Ele [o Espírito] vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em Mim" (João 16:8 e 9).
A fim de se qualificar como candidato à salvação, alguém deve reconhecer que é pecador. Ninguém pede ajuda do Salvador a menos que tenha sentido essa necessidade. Uma de nossas maiores necessidades é a convicção pessoal do pecado. Não podemos trazer essa convicção sobre nós mesmos; é prerrogativa e ofício da obra do Espírito nos convencer do pecado. Seu primeiro trabalho é tornar o pecador ciente de sua pecaminosidade e, conseqüentemente, sua condição perdida. O Espírito não é meramente o Consolador. Ele também é – e primeiramente – quem nos convence do pecado. Ele Se torna Consolador para os que fizeram paz com Deus, admitindo e confessando seus pecados.
6. Que ilustração dramática demonstra o poder do Espírito para convencer do pecado? Luc. 19:8 e 9
7. Como Jesus ilustrou a disponibilidade da salvação a um pecador arrependido e, ao mesmo tempo, assinalou a desesperança de uma pessoa que se considera justa? Luc. 18:10-14
"Precisamos ter conhecimento de nós mesmos, conhecimento que resultará em contrição, antes de podermos achar perdão e paz. O fariseu não sentia convicção de pecado. O Espírito Santo não podia nele atuar. Sua vida apoiava-se numa couraça de justiça própria, a qual as setas de Deus, farpadas e desferidas pelos anjos, não podiam penetrar. Cristo só pode salvar quem reconhece ser pecador." – Ellen G. White, Parábolas de Jesus, pág. 158.
Quando a pessoa recebe uma visão da justiça e santidade de Deus, como aconteceu com o profeta Isaías (Isa. 6:5 e 6), o Espírito Santo convence essa pessoa de que ela é pecaminosa e nada além de absoluto juízo e destruição a aguarda, a menos que Jesus intervenha. Assim, o poder convencedor do Espírito Santo é muito importante em nos guiar a Cristo. Imagine, então, a condição desesperada das pessoas que, por sua própria teimosia, tornaram-se imunes aos apelos do Espírito Santo.
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Quinta Ano Bíblico: Sal. 1–9
Arrependimento e o pecado imperdoável
Às vezes, tem havido membros da igreja que vivem com medo de terem cometido o pecado imperdoável. De certo modo, não é difícil entender por quê. Somos pecadores; se não vivermos momento a momento sob o controle do Espírito Santo, somos capazes de fazer quase qualquer coisa. E para uma pessoa que conheceu o Senhor, que obteve um vislumbre da santidade de Deus, seu sentimento de pecado pode parecer horrivelmente condenatório. A culpa pode ser subjugante. A maioria dos cristãos, em algum ponto de sua experiência cristã, teve momentos de temor, momentos em que acreditou que seu caso era sem esperança, que não podia alcançar o ideal de Deus e que, de fato, poderia ter cometido o pecado imperdoável.
8. No entanto, se o "pecado imperdoável" é a rejeição constante do Espírito Santo, por que alguém que teme haver cometido esse pecado é justamente a pessoa que claramente não o cometeu? Veja também Sal. 51:1-4; Luc. 5:8; 18:13
O fato de alguém haver cometido algum crime ou pecado não é obstáculo permanente para a salvação. Jesus pode salvar qualquer pessoa que esteja disposta a aceitar a salvação. Ele não está primeiramente preocupado com o escuro passado de ninguém. Qualquer pecado e negligência pode ser apagado pelo Seu sangue derramado. Existe uma condição para esse perdão, e este é o arrependimento, que vem unicamente pela obra do Espírito Santo. Enquanto houver arrependimento no coração do homem, haverá perdão no coração de Deus.
É evidente que devemos nos lembrar de que o pecado não pode ser considerado trivial. Cada pecado nos endurece; cada vez que caímos, fazemos assim unicamente porque afastamos a convicção. Quanto mais fizermos isso, mais fácil será fazê-lo outra e outra vez. E embora possamos sempre nos arrepender e encontrar perdão, quanto mais pecarmos, mais endureceremos o coração àquele que nos leva ao arrependimento, o Espírito Santo.
Assim, é importantíssimo, cada dia, reclamar o poder de Deus para nos purificar, regenerar e restaurar à imagem do Salvador. (Veja I Cor. 10:13; Gál. 5:16; Tito 3:5).
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Sexta Ano Bíblico: Sal. 10–17
Estudo adicional
Leia, de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, págs. 621 e 622; O Desejado de Todas as Nações, págs. 321-324, 565-568; Atos dos Apóstolos, págs. 75 e 76; Parábolas de Jesus, "Um Sinal de Grandeza", págs. 150-152.
"Aquele que rejeita a obra do Espírito Santo assume uma posição que impede o acesso ao arrependimento e à fé." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 322.
"Todo pensamento impuro contamina a mente, enfraquece o senso moral e tende a apagar as impressões do Espírito Santo." – Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 302.
"Mas se alguém, por recusar repetidas vezes a direção de Deus, perder a capacidade de reconhecer a bondade quando a vir, se fizer com que seus valores morais sejam invertidos até que para ele o mal seja bem e o bem, mal, então, mesmo quando for confrontado por Jesus, não terá consciência do pecado de que não se pode arrepender e nunca poderá ser perdoado. Este é o pecado contra o Espírito Santo." – William Barclay, The Gospel of Mark, pág. 81.
Perguntas para consideração
1. Como classe, imaginem que vocês tivessem que lidar com alguém que estivesse seguro de haver cometido o pecado imperdoável. O que você aprendeu do estudo desta semana para ajudar essa pessoa a encontrar esperança e perdão?
2. Procure na Bíblia com a classe alguns exemplos de pessoas que, aparentemente, cometeram o pecado imperdoável. Faça uma lista dessas pessoas e comentem seus casos.
3. Leia a citação acima de Barclay. Qual é o processo que ele está descrevendo? Por que este é um perigo para todos, mesmo para cristãos professos?
fonte:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2006/frlic1222006.html
A História do Rádio no Brasil
RADIO WEB NOVA ONDA
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Anos 40 Está no ar o Grande Jornal Falado Tupi, de SP. Foi o primeiro jornal falado do rádio.
1941 Começa em 12 de julho a transmissão da primeira rádio novela do País. Durou cerca de três anos os capítulos de "Em Busca da Felicidade", pelas ondas da PRE-8, Rádio Nacional do RJ. Depois vem o grande sucesso: a novela "O Direito de Nascer".
1941 Repórter Esso. Surge o noticioso mais importante do rádio brasileiro. Foi às 12h45min de 28/08/1941, que a voz de Romeu Fernandez anunciava o ataque de aviões da Alemanha à Normandia, durante a 2ª Guerra Mundial. O grande líder do programa foi o gaúcho Heron Domingues. Em São Paulo a transmissão era feita pela Record PRB-9. A credibilidade do noticiário era tão grande que o público só acreditava nas notícias se confirmadas pelo Repórter Esso.
Balança mas não cai Nos anos 40, Max Newton Nunes, desponta no rádio como redator de scripts. Logo passa a empresariar Barbosa Júnior, que se notabilizou pela famosa frase "A beijoca do Barbosa", que é utilizada por Jô Soares mais de 50 anos depois, quando diz: "Um beijo do gordo". Em 1948 na Rádio Nacional, tem seu programa de maior êxito, o Balança mas não cai", com os famosos "primo pobre e primo rico", vividos por Brandão Filho e Paulo Gracindo.
1º de abril!!! No dia 1º de abril, em algum ano próximo à Copa de 1950, o locutor esportivo Geraldo José de Almeida, da Rádio Record, irradia um jogo inteirinho do poderoso time do São Paulo, que contava com Leônidas e Bauer e estava excursionando pela Europa. Final da partida e um resultado que chocou os torcedores: o São Paulo havia perdido por 7 X 0. Só no dia seguinte a Rádio Record anuncia que tudo não passou de uma farsa. O jogo nem tinha acontecido! Brinacadeira no dia da mentira...
Anos 50 Surge a TV no Brasil, alicerçada nos profissionais do rádio.
Anos 60 O rádio assume papel importante nos diversos acontecimentos, como:
Inauguração de Brasília. Renúncia de Jânio, quando Antonio Pimentel, da Rádio Bandeirantes de SP, leu o texto da renúncia, em 25/8/61. Bi Campeonato Mundial, em 62, narrado por Pedro Luiz, da Jovem Pan de SP. Em 64, queda de João Goulart, quando as rádios conclamavam o povo a resistir. A Record, em 66, com o 1º Festival da música Popular Brasileira. Em 1969, as rádios do planeta todo transmitem a chegada do homem à Lua...
Anos 70 Revolução no meio Rádio, com a explosão das rádios FM.
São muitos os nomes daqueles que ajudaram a escrever a história do Rádio. Dentre os muitos que merecem destaque, selecionamos alguns que com certeza fariam parte do "Hall of the Fame" do Rádio:
Ademar Casé - avô de Regina Casé , chega humildemente ao rádio, em 1932. Teve em seu programa, na Rádio Philips, uma verdadeira escola do rádio no Brasil. Criou o 1º jingle nacional: "Oh! Padeiro desta rua/Tenha sempre na lembrança/Não me traga outro pão/Que não seja o pão Bragança..." Foi um sucesso!
Roquette Pinto - é considerado o pai da radiofonia brasileira. Em 1923 implanta com Henrique Morizete a 1ª emissora de rádio no País: a PRA-2 Sociedade do Rio de Janeiro.
Almirante (Henrique Foréis Domingues) - a maior patente do rádio! Cantor, compositor, ator, produtor, fez sucesso nas décadas de 30 e 40. Em 34, estréia no programa de Ademar Casé. Em 39, na Rádio Nacional, cria o 1º programa de auditório do rádio brasileiro: "Caixa de Perguntas".
Pedro Luiz - um dos maiores locutores esportivos de todos os tempos. Criou um estilo que virou referência até os dias de hoje.
Chico Anysio - aparece nos anos 40, produzindo e apresentando muitos programas, como o "Rua da Alegria", na Rádio Tupi carioca.
Emilinha Borba - cantora que começou na Cruzeiro do Sul. Foi a Rainha do Rádio em 1953 e liderou durante anos as estatísticas de correspondência dos artistas da Rádio Nacional.
Orlando Silva - o "Cantor das Multidões".
César Ladeira - locutor imortalizado por suas memoráveis irradiações de tom político nos anos Revolucionários da década de 30. Foi um inovador no rádio, definindo vários padrões de linguagem e regime trabalhista.
Tico-Tico - o rei dos furos de reportagem. Era tão bom que chegava a se destacar mais que seus entrevistados.
Vicente Leporace - o grande âncora do rádio brasileiro. Até hoje é a grande referência para comentaristas.
Manoel da Nóbrega - um dos, se não o melhor, redator e produtor que o rádio já teve. Dentre suas revelações está Silvio Santos.
Abelardo Barbosa - o Chacrinha, aparece no final dos anos 30, na PRA-8 Rádio Clube de Pernambuco. Afinal, "quem não se comunica se trumbica". Em 1942 ele está na Rádio Difusora Fluminense, onde surge a figura do "Chacrinha". Seu apelido é esse, pois a emissora se localizava numa chácara que ficava afastada do centro de Niterói, onde nos fundos havia plantação de frutas, verduras e legumes. É criado o "Cassino do Chacrinha"... Cassino foi provavelmente inspirado nas casas de jogos existentes no País, que foram proibidas em 1946, por Gaspar Dutra. Em 59, o Velho Guerreiro estréia na TV - "Teresinha Uh! Uh!"
Este é um breve resumo desta apaixonante história do meio Rádio. Há cerca de 100 anos o Padre Roberto Landell foi desacreditado de sua descoberta e por isso nosso querido Brasil não tem a patente desta invenção. No entanto nos dias de hoje o Rádio é uma potência em nosso País e nos últimos dois anos vem ganhando mais espaço na distribuição de mídia no bolo publicitário. No milênio passado o Rádio caminhou da criação até a era digital, a era da Internet... Neste novo milênio novas tecnologias virão para consolidar mais e mais o meio Rádio como o maior veículo de comunicação de todos os tempos.
Fonte:
Livro: Histórias que o Rádio Não Contou, de Reynaldo C. Tavares. Editora Harbra.
Agradecimento Especial: Sra. Maria Pia, da Editora Harbra.Colaboração: profissionais da Rádio 2 - Roberto Mencarini, Elvio Mencarini, Reinaldo do Carmo, Carlos Manzano, Pércio de Piratininga, Alberto Junqueira
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